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Aprendizes 2 C : Luana, Maria Eduarda, Jéssica Veronez, Jéssica Cibele, Juan, Lincoln, Nathieli, Priscilla, Johnatan, Ronaldo, Renato, Carla, Rafaela, Rafael, Daiane, Wilgner, Danielle, Giovanni, Gabriel, Fabio, Luciana,Fabiola. Staff: Vinicius e Dayane 2 D, Matheus 2 B, Maicon 1 F Conselheira: Teacher Elen.
Livros antigos.
Na pré-história, os homens se comunicavam por meio de desenhos feitos nas paredes das cavernas. Através da pintura rupestre, como são chamados esses desenhos, nossos antepassados trocavam mensagens entre eles e fizeram chegar até nós suas idéias, necessidades e desejos. Só por volta de 4 mil anos a.C, os sumérios, povo que habitava a Mesopotâmia, onde hoje é o Iraque, inventaram a escrita cuneiforme, formada por vários símbolos “desenhados” em placas de argila ou de pedra, nas quais os antigos registraram sua história. Por essa mesma época, os egípcios inventaram o papiro. Este era feito de pequenos e finos pedaços do talo da cana do papiro, uma planta considerada sagrada e muito abundante no rio Nilo. Os pedaços de papiro eram molhados e colocados para secar em toalha de linha. Depois eram empilhados e secos ao sol. Prontos, os papiros serviam como uma enorme folha de papel na qual os egípcios registravam os acontecimentos. Já os romanos usavam um cilindro feito de papiro, fácil de ser transportado, com um comprimento de 6 a 7 metros, conhecido como volumen. Foram eles também que usaram pela primeira vez a palavra livro que vem do latim libere, que quer dizer livre. A palavra líber (livro) era usada como referência à parte retirada (livre) da planta papiro de onde surgiu a “folha” para escrever inventada pelos egípcios.
Divul

O inédito “Conspiração de Nuvens”, de Lygia Fagundes Telles, foi lançado no dia 01/09 pela Editora Rocco. Reminiscências da infância, relatos de viagens, crônicas sobre a cidade de São Paulo e perfis de intelectuais brasileiros com quem conviveu são retratados no livro da mulher que escreve para viver.No primeiro conto, Lygia relembra importante evento histórico que caiu no esquecimento: a célebre manifestação de intelectuais que, em 1976, cansados da censura imposta pelo regime militar, elaboraram um documento com mil assinaturas pedindo liberdade de expressão. Do conto, a escritora retirou o título do livro.